BACKSTREET BOYS APOIAM-SE EM INFLUÊNCIAS CLASSICAS E NOVAS COLABORAÇÕES PARA O NOVO CD “THIS IS US” A SER LANÇADO EM OUTUBRO
Chamam eles de o grupo mais persistente e duradouro do mundo pop. Chamam eles de homens, não garotos. Só não dizem que isto é uma volta. “Nós quase colocamos isso como nome do cd” brinca Nick Carter, quarto componente dos Backstreet Boys, cujo sétimo cd ,This Is Us, está para ser lançado no dia 6 de Outubro. “Nós somos os Brett Favres da indústria da música”. Claramente, ele e seus colegas do grupo estão fartos com o pensamento de que eles estavam afastados. Afinal de contas eles não são o ‘NSync. “Isso me frustra”, diz Brian Littrell. “Todo mundo pergunta, “Onde vocês estavam? O que estavam fazendo?” quando nós estávamos, tipo, viajando em turnê e ralando duro.”Tá certo, então talvez o negócio de uma banda de garotos não seja mais como era antes. Atualmente, no mundo da música, não há mais os milhões vendidos na primeira semana, e com tantos lançamentos competindo por sua atenção, que fica fácil perder o respeito ao mostrar algo como o álbum de 2007 dos Backstreet Boys, Unbreakable. O qual é um dos porquês de A.J. McLean, Howie Dorough, Carter and Littrell estarem procurando uma nova formula para This Is Us. “A idéia era voltar com aquelas ótimas baladas de R&B como também músicas bem dançantes, para que você possa balançar o esqueleto”, explica McLean. “Nós tivemos muita sorte de trabalhar com alguns escritores e produtores maravilhosos, que entenderam nossa idéia e tudo se encaixou perfeitamente”.Vejam a galeria de fotos RS com os Backstreet Boys. (http://www.rollingstone.com/artists/backstreetboys/photos/collection/photo/1)Alguns dos pesos pesados da indústria que deram uma mãozinha: Ne-Yo, T-Pain, Pitbull, Ryan Tedder, Max Martin, Red One e o produtor Jim Johnson. “A produção deste cd foi um pouco mais intensa”, diz McLean. “É irritante, mas também mostra nosso amor pelo pop-R&B que nós crescemos ouvindo”. Carter completa: “Jodeci, Boys II Men, Shai, New Edition... nós tivemos que voltar e lembrar nossas influências e o que nos ensinaram nesses anos que estivemos crescendo como banda”. E Littrell acrescenta que se você tira todos os sinos e assobios, o princípio dessas músicas, com a marca doce dos Backstreet, é o que define sua razão de ser. “Era por isso que o Michael Jackson era um verdadeiro artista”, diz ele, “porque você podia tirar toda batida e toda camada e dançar somente ao som de sua voz. Aquele é o instrumento vocal que sempre conhecemos, e posso dizer honestamente sem parecer egocêntrico: quando nós cantamos juntos, há uma magia”.Claro, eles não estavam sempre no controle de seus instrumentos. Dorough compara as sessões de gravação do grupo da época na Flórida como uma “audição fria”. “Nós estávamos tentando nos achar e nosso som e, trabalhando com produtores que não entendiam nada das nossas vozes”, lembra. Littrell diz: “Nós íamos pro estúdio, cantávamos a música inteira e não sabíamos quem estava cantando até ter o ultimo mix do rótulo. Nós éramos crianças, e isso era, tipo, “Nossa”.”Tendo visto suas partilhas de altos e baixos numa carreira de mais de 17 anos, os rapazes dizem estar agora num bom lugar. “Não há mais nenhum conflito”, diz Carter. “Nossa química flui, nós sabemos quais são as nossas forças e fraquezas, nossas metas são as mesmas e nós trabalhamos como um time”. Dorough acrescenta, “não há mais egos, nem competição, nós só queremos fazer o melhor álbum que pudermos”.E salvo o breve momento de estrela de Carter no canal E! na série House of Carters, o grupo não ainda não recorreu às manobras habituais - não que algum reality show tenha batido à porta. “Nós tivemos uma proposta para fazer um programa para substituir o Kevin [Richardson, que deixou o grupo em 2006], o qual nunca faríamos”, zomba McLean. No momento, Aaron Carter é quem manterá um pé no mundo da competição, neste outono, no Dancing With The Stars. “Estou muito orgulhoso dele por persistir”, diz o mais velho Carter, o qual perdeu 25 quilos nos últimos dois anos. “Eu estive lá – mudei minha aparência física e fiz coisas para melhorar a mim mesmo e ele está fazendo o mesmo. Eu acho que ele vai mostrar pra muita gente o quão talentoso ele é e que ele realmente merece uma chance neste ramo”.Para esse fim, Carter e sua turma tem algumas sabedorias para transmitir aos seus pressupostos sucessores, os Jonas Brothers. “Ter um bom equilíbrio e perspectiva no que você faz”, propõe Littrell. “Eu chamo isso de bater o ponto – eu bato o ponto na entrada para ser um Backstreet Boy e no fim do dia eu quero bater o ponto de saída, ir pra casa e ser um marido e pai. Nós montamos uma onda por uns 10 anos direto, era sempre vai, vai, vai! Não sabíamos nada de diferente e estávamos sacrificando nossas relações com nossos familiares porque estávamos trabalhando todo o tempo”. Carter acrescenta: “e invista seu dinheiro com sensatez. Todo mundo sabe que se tem altos e baixos e você precisa de um bom alicerce”. Littrell não poderia deixar de concordar. “Tenha segurança de quem você é como pessoa”, diz. “Porque uma vez no topo, há somente uma descida e você tem que pousar como uma pequena borboleta – levemente. É isso que temos feito”.
fonte: rollingsstone.com
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
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