sábado, 4 de abril de 2009

Entrevista da Toda Teen com Brian


tt: O que você conhece sobre o Brasil? O BSB esteve aqui em 2001 e um monte de fãs pirou com vocês!

Brian: “Sim, eu me lembro. Na América do Sul e, principalmente, no Brasil, as fãs ficam loucas por causa dos Backstreet Boys (risos). Elas dizem que pertencemos a elas. Elas nos amam de verdade, a gente agradece muito esse carinho.”

tt: Por que o último álbum se chama Unbreakable (Inseparáveis)?

Brian: “Nós fomos jantar em um restaurante japonês em Nova Iorque. Éramos só nós quatro, conversando enquanto jantávamos. E é meio difícil sermos apenas quatro agora. Houve tantas mudanças em nossa carreira nos últimos anos que eu e os garotos conversamos sobre o quanto temos que nos manter juntos e inseparáveis. O AJ me deu um tapinha no ombro e me disse: ‘isso daria um ótimo título para um CD’. E eu disse: ‘Isso é mesmo uma boa idéia!’. E então concordamos. Nós somos inseparáveis de verdade.”

tt: Vocês começaram os Backstreet Boys quando tinham mais ou menos 18 anos. E vocês não são mais exatamente garotos (boys = garotos, em inglês). Vocês já pensaram em mudar o nome do grupo?

Brian: “(Muitos risos) Não! Existem os Pet Shop Boys, os Beastie Boys, tem todo tipo de grupos de Boys. Além disso, nos Estados Unidos, ‘boy’ significa ser amigo, e é isso o que somos. As pessoas sempre vão nos chamar de Backstreet Boys, não importa nossa idade. É um nome que vai além de uma marca.”

tt: E nas letras, vocês trabalham outros temas, além de amor e relacionamentos?

Brian: “Na estrutura das letras, há uma pequena diferença. Elas não são tão alegres nem convidam para dançar tanto quanto no passado. Falamos sobre coisas diferentes, passamos por várias coisas do começo da carreira até hoje. Esperamos que não soe a mesma coisa!”

tt: Que artistas são suas influências hoje em dia?
Brian: “Tenho ouvido bastante Norah Jones. Também tenho voltado um pouco no tempo e escutado muito Elvis Presley, Dean Martin e Frank Sinatra. São coisas que tenho ouvido com mais freqüência do que música pop atual. Mas tenho também bastante influência de artistas do country e da música cristã. Sou meio eclético em termos musicais.”

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